Em nossa newsletter de fevereiro foram divulgadas as seguintes notícias:
Em 2020, 80% das mídias serão digitais
Após as fases 1 e 2 da Internet, o mercado já começa a se preparar para a terceira geração. O momento atual, classificado como Web 2.0, consiste em um ambiente colaborativo com a interação dos internautas. Porém, os planos e pesquisas mostram previsões mais ambiciosas e afirmam que a evolução ainda tem espaço para ampliação. Estudo realizado pela consultoria OgilvyOne, nos EUA, prevê que até o ano de 2020, 80% das mídias serão digitais. A especialista Nova Spivack também é otimista e espera que a Web 3.0 se fixará como a nova onda entre os internautas em apenas dois anos. A terceira fase da Internet consiste essencialmente em uma melhor organização de todo o conteúdo disponível. Ou seja, por meio dela, as buscas serão mais ef icazes e o internauta
Fonte: http://www.digitalsignagebrasil.com/
Congresso Mundial de Varejo aponta tendências
O Congresso Mundial de Varejo que ocorreu em janeiro, em Nova Iorque, sintetizou as mais importantes tendências do varejo para os anos futuros:
• Responsabilidade social (proteção ao meio ambiente e segurança com relação aos alimentos). • Comodidade (consumidores optando pela internet ao invés de sair de casa).
• Long tail (ampliação de produtos de nicho onde a experiência da compra se sobrepõe ao preço.
• Varejistas com oferta de serviços associados a marcas conhecidas pelo consumidor, como Geek Squad da Best Buy.
• Integração multicanal (integração completa de toda a experiência do consumidor no momento da compra e pós-venda.
• Experiência do consumidor com encantamento dos clientes.
• Varejistas com operações de classe mundial.
Fonte: http://blog.directchannel.com.br/
Empecilhos à Venda online
Parece estranho falar em empecilhos ao comércio eletrônico quando só se ouve notícias de taxas elevadíssimas de crescimento das vendas virtuais. A verdade é que as taxas são elevadas porque as vendas ainda são bem pequenas. O varejo virtual de bens não chega a representar 1% das vendas totais do varejo brasileiro. No mundo, essa realidade é um pouco diferente. Nos Estados Unidos, a venda pela internet já representa expressivos 5% das vendas totais do país. Entretanto, seu ritmo de crescimento vem-se reduzindo substancialmente, o que levou a Forrester a tentar entender porque. Segundo ela, há cinco fatores que estão impedindo o e-commerce de crescer:
* Ainda não é fácil fazer compras on-line: Os motivos que levam a compra pela internet são conveniência, variedade na seleção e preço, mas os sites não estão amigáveis.
* Não há métricas padronizadas para a área, como ROI.
* Os varejistas não sabem o que fazer com as informações que dispõem. Os varejistas online gastam mais tempo analisando a concorrência do que procurando entender as necessidades de seus clientes.
* Varejistas on-line não estão gerenciando bem seu sortimento de produtos e não exploram a experiência da compra como poderiam. Não há ferramentas de busca amigáveis e eficazes, bem como não há personalização.
* Não utilizam a estratégia multicanal. Tratamentos diferenciados para preços e condições de crédito geram tensão interna entre departamentos ou áreas de negócios. De modo geral, os gerentes de loja e vendedores consideram o canal virtual da empresa como um concorrente interno.
Fonte: http://blog.directchannel.com.br/ |