Varejinho - o Pequeno Grande Cliente
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02-04-2009
 
Varejinho - o Pequeno Grande Cliente
 

Há algum tempo eu venho acompanhando o desempenho de uma empresa parceira cujo foco está numa carteira muito especial de pequenos varejos. Seu cadastro de 12.000 clientes é composto por “moveleiros”, pequenos hotéis e pousadas e supermercados de até 4 check-outs, todos localizados em cidades muito pequenas espalhadas por todo o país

Esta minha parceira não compra nada. Nâo é atacadista nem distribuidora. É pura e simplesmente uma empresa de representação comercial que há 10 anos vem servindo produtores de bens de consumo. Munida de um belo Call Center ativo e conhecendo a fundo sua carteira, esse pessoal é capaz de entender a dinâmica de cada um dos 12.000 pontos, o nome do dono, do que ele precisa, do nível de crédito que seu negócio é capaz de assimilar e, não raro, gerenciar o estoque do varejista. Pode parecer trivial mas o fato é que varejos de pequeno porte, em pontos fora muitas vezes fora das rotas das grandes transportadoras, representam tanto um problema quanto um achado para o fornecedor.

Problema porque trata-se sempre de compra fragmentada, de baixo valor por pedido. Tipicamente, a fábrica ou seus representantes, distribuidores e atacadistas “esquecem” desses potenciais clientes. São os “C” na curva de importância da carteira.

Um achado porque eles são milhares. Multiplique-se pedidos pequenos por milhares de pedidos e temos um mercadão pouco explorado. Com esse foco de negócio, minha parceira vai indo muito bem. Para um de seus clientes, uma grande empresa de bens de consumo, esse varejo picadinho já representa 18% do faturamento total da indústria, com nível de inadimplência da ordem de 0,4%.

Claro que há alguns problemas. A rede de assistência técnica não está muito perto, os produtos são expostos sem a técnica sofisticada das grandes lojas, o ponto de venda tem pouco glamour e o processo logístico precisa ser adaptado. Nada que 18% de aumento de vendas não justifique.

O Brasil é grande e seu mercado vem-se desconcentrando. Soluções comerciais eficientes precisam ser sempre buscadas. Aqui tem uma que funciona bastante bem há uma década.

 
Postado por Fabio Nogueira em 02-04-2009 às 04:21 00 comentários
 
21-02-2008
 
Explosão Imobiliária em Salvador
 

O mercado de Salvador está explodindo em várias frentes. Depois do boom do comércio, é a construção civil que vê tempos promissores pela frente.

Nos últimos anos Salvador viu surgir novos shopping centers e uma variedade de novos edifícios residenciais e comerciais. Esse bom momento do mercado imobiliário deve ser alavancado com a sanção do novo Plano Diretor do Desenvolvimento Urbano, em 18 de fevereiro

O plano amplia as áreas de verticalização da cidade, aumenta o coeficiente de uso do solo e elimina algumas zonas que eram de uso exclusivamente residencial. Isso permitirá novas construções junto à orla e eixos rodoviários importantes.

O Nordeste apresenta inúmeras oportunidades de negócios nos setores imobiliário, turismo e comércio. A Dextro acompanha essa nova dinâmica econômica nordestina muito de perto

 
Postado por Fabio Nogueira em 21-02-2008 às 05:09 00 comentários
 
14-02-2008
 
Newsletter de Fevereiro
 

Em nossa newsletter de fevereiro foram divulgadas as seguintes notícias:

Em 2020, 80% das mídias serão digitais

Após as fases 1 e 2 da Internet, o mercado já começa a se preparar para a terceira geração. O momento atual, classificado como Web 2.0, consiste em um ambiente colaborativo com a interação dos internautas. Porém, os planos e pesquisas mostram previsões mais ambiciosas e afirmam que a evolução ainda tem espaço para ampliação. Estudo realizado pela consultoria OgilvyOne, nos EUA, prevê que até o ano de 2020, 80% das mídias serão digitais. A especialista Nova Spivack também é otimista e espera que a Web 3.0 se fixará como a nova onda entre os internautas em apenas dois anos. A terceira fase da Internet consiste essencialmente em uma melhor organização de todo o conteúdo disponível. Ou seja, por meio dela, as buscas serão mais ef icazes e o internauta

Fonte: http://www.digitalsignagebrasil.com/

Congresso Mundial de Varejo aponta tendências

O Congresso Mundial de Varejo que ocorreu em janeiro, em Nova Iorque, sintetizou as mais importantes tendências do varejo para os anos futuros:

• Responsabilidade social (proteção ao meio ambiente e segurança com relação aos alimentos). • Comodidade (consumidores optando pela internet ao invés de sair de casa).
• Long tail (ampliação de produtos de nicho onde a experiência da compra se sobrepõe ao preço.
• Varejistas com oferta de serviços associados a marcas conhecidas pelo consumidor, como Geek Squad da Best Buy.
• Integração multicanal (integração completa de toda a experiência do consumidor no momento da compra e pós-venda.
• Experiência do consumidor com encantamento dos clientes.
• Varejistas com operações de classe mundial.

Fonte: http://blog.directchannel.com.br/

Empecilhos à Venda online

Parece estranho falar em empecilhos ao comércio eletrônico quando só se ouve notícias de taxas elevadíssimas de crescimento das vendas virtuais. A verdade é que as taxas são elevadas porque as vendas ainda são bem pequenas. O varejo virtual de bens não chega a representar 1% das vendas totais do varejo brasileiro. No mundo, essa realidade é um pouco diferente. Nos Estados Unidos, a venda pela internet já representa expressivos 5% das vendas totais do país. Entretanto, seu ritmo de crescimento vem-se reduzindo substancialmente, o que levou a Forrester a tentar entender porque. Segundo ela, há cinco fatores que estão impedindo o e-commerce de crescer:

* Ainda não é fácil fazer compras on-line: Os motivos que levam a compra pela internet são conveniência, variedade na seleção e preço, mas os sites não estão amigáveis.
* Não há métricas padronizadas para a área, como ROI.
* Os varejistas não sabem o que fazer com as informações que dispõem. Os varejistas online gastam mais tempo analisando a concorrência do que procurando entender as necessidades de seus clientes.
* Varejistas on-line não estão gerenciando bem seu sortimento de produtos e não exploram a experiência da compra como poderiam. Não há ferramentas de busca amigáveis e eficazes, bem como não há personalização.
* Não utilizam a estratégia multicanal. Tratamentos diferenciados para preços e condições de crédito geram tensão interna entre departamentos ou áreas de negócios. De modo geral, os gerentes de loja e vendedores consideram o canal virtual da empresa como um concorrente interno.

Fonte: http://blog.directchannel.com.br/

 
Postado por Fabio Nogueira em 14-02-2008 às 11:02 00 comentários
 
13-01-2008
 
PIB paulistano é o 47o maior do mundo
 

Dados divulgados pela Federação Nacional do Comércio, em meados de janeiro:

O PIB (Produto Interno Bruto) da capital paulista --US$ 102,4 bilhões-- supera a riqueza gerada por 22 Estados norte-americanos, entre eles Hawai, Georgia e New Hampshire, quando analisados individualmente

Segundo o estudo, se a cidade de São Paulo fosse um país, ele estaria entre as 50 maiores economias do mundo, no 47º. lugar, à frente do Egito (15% maior) e do Kwait (27% maior) e na mesma dimensão da Nova Zelândia e da Hungria. Além disso, a riqueza gerada pela capital paulistana corresponde a quase 85% da economia de Israel.

O PIB do município de São Paulo em 2005 alcançou R$ 263,2 bilhões, ou US$ 102,4 bilhões. Isso corresponde a 12,3% do PIB do Brasil. A entidade considerou a taxa cambial média de 2005, R$ 2,57.

Ainda segundo a pesquisa, o PIB da capital paulista é maior do que o de todos os Estados brasileiros, exceto São Paulo. O resultado é 7% maior do que o Estado do Rio de Janeiro e 37% maior do que Minas Gerais.

Se o município de São Paulo fosse um país, ele seria o quinto da América do Sul, ao lado do Chile, com um PIB cinco vezes maior que o do Uruguai.

A carga tributária do Brasil em 2005 ficou em cerca de 35% do PIB. A participação da cidade de São Paulo no PIB do Brasil nesse ano foi de 12,3%, portanto o município paulistano contribuiu com pelo menos 4,3% do PIB brasileiro em termos de carga tributária nacional. Ou seja, recolheu mais de R$ 90 bilhões em impostos naquele ano para o país.

O Orçamento de São Paulo foi de R$ 15 bilhões em 2005, menos de 6% do seu PIB. Para a Fecomercio, isso indica que, em média, a contribuição da cidade de São Paulo para o país é muito maior do que ela recebe de volta.

 
Postado por Fabio Nogueira em 13-01-2008 às 07:53 00 comentários
 
14-12-2007
 
O Potencial do Nordeste
 

Acabo de voltar de mais uma viagem profissional ao Nordeste e a sensação que cada vez se consolida mais é que o Nordeste é o grande beneficiário do crescimento econômico dos últimos tempos.

Seja pela política de redistribuição de renda do governo atual, seja por qualquer outro motivo, o fato é que o comércio das principais capitais nordestinas vem explodindo. E quando o comércio explode, a indústria corre atrás, os serviços correm atrás, os empregos surgem, o otimismo das pessoas aumenta, tudo ganha mais vigor.

A Dextro está implantando duas bases operacionais para servir ao mercado nordestino: uma em Salvador, outra em Fortaleza. É nossa convicção que o Nordeste continuará sendo um grande eixo de crescimento do país nos próximos anos

 
Postado por Fabio Nogueira em 14-12-2007 às 09:41 00 comentários
 
16-11-2007
 
Bem vindos ao Blog da Dextro
 

Caros Clientes, parceiros e colaboradores,

Estamos inaugurando o novo site da Dextro!

Nossa "casa virtual" se tornou mais interativa, mais charmosa e com muito mais informações.

Sabemos como é importante a troca de conhecimentos no mundo empresarial.

Por isso criamos o Blog da Dextro; para que clientes, parceiros, colaboradores e visitantes do site possam trocar informações e deixar sua opinião sobre os mais diversos tópicos.

Contamos com a participação de todos!

Abraços

Cristiane Nogueira
Gerente de Marketing da Dextro Consultoria de Negócios

 
Postado por Cristiane em 16-11-2007 às 11:01 00 comentários
 
 
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